Da pesquisa territorial
à execução comunitária.
Esta página transforma as recomendações dos relatórios numa sequência prática para a AMCG: parceria, candidatura, operação local e governança.
Resultado esperado
Um projeto defensável perante Junta, CML e financiadores, com diagnóstico claro, parceiros identificados, orçamento por fases e indicadores de impacto.
Prioridades de execução
Quatro linhas de intervenção ordenadas por urgência e viabilidade, com base no diagnóstico territorial.
Formalizar parceria institucional
Preparar protocolo com a Junta de Freguesia de São Vicente e alinhar interlocução com CML, Carris/EMEL, coletivos artísticos e moradores.
Preparar candidatura BIP/ZIP 2026
Estruturar proposta para intervenção integrada no Caracol: segurança comunitária, arte urbana, cuidado sénior, manutenção e economia criativa.
Submeter linha DLBC Lisboa
Converter o diagnóstico territorial em projeto experimental de inclusão, participação e ativação local com parceiros da economia social.
Articular reabilitação e ofícios
Ligar a estratégia De Volta ao Bairro, ARU e rede de artesãos a oficinas, mapeamento de ofícios e rotas de economia local.
Linhas a preparar
Instrumentos de financiamento identificados como prioritários para o Caracol da Graça.
BIP/ZIP 2026
Linha mais natural para uma intervenção integrada no Caracol: presença comunitária, arte urbana, segurança, limpeza e participação.
DLBC Lisboa
Boa via para projetos experimentais de inclusão, economia social, participação local e resposta ao isolamento.
Orçamento Participativo
Adequado para propostas físicas e visíveis, como iluminação, mobiliário, acessibilidade e espaços de encontro.
ARU e De Volta ao Bairro
Ponte para reabilitação habitacional, ofícios tradicionais e fixação de moradores nos bairros históricos.
O bairro precisa
da tua voz.
A tua adesão dá-nos legitimidade para negociar com a Câmara, a Junta e os parceiros institucionais.